Especialistas em direitos de bancários e profissionais do mercado financeiro vítimas de metas abusivas, assédio moral e esgotamento profissional (Burnout).
Quando o banco transforma pressão em humilhação. Rankings expostos, metas impossíveis, ameaças veladas e pressão para vender produtos sem perfil do cliente. Isso não é firmeza. Isso é assédio organizacional. O empregador tem responsabilidade legal quando a gestão adoece o trabalhador.
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Adoecer trabalhando não é frescura. É Doença Ocupacional. Crises de pânico, uso de medicamentos, exaustão extrema e diagnósticos de depressão ou Burnout. Mesmo sem acidente físico, pode ser reconhecido como doença ocupacional. Isso pode gerar estabilidade, indenização, tratamento custeado e manutenção do salário.
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Foi contratado como cargo de confiança, sem controle de horário. Na prática, cumpre ordens, não tem poder real de decisão e trabalha jornadas extensas. Quando não há efetiva chefia ou autonomia, a Justiça reconhece o direito às horas extras, inclusive 7ª e 8ª horas, com alto impacto financeiro.
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Como sair com dignidade — sem perder direitos. Quando o empregador comete faltas graves, é possível transformar a saída em demissão por culpa do empregador. Isso garante FGTS, multa de 40%, aviso prévio, seguro-desemprego e verbas trabalhistas.
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Pra quem é esta página?
Bancários e profissionais do setor financeiro adoecidos pela pressão;
Quem trabalha além da jornada sem receber;
Quem foi colocado em cargo de confiança sem realmente ser;
Quem pensa em sair, mas tem medo de perder tudo